Chegando a Estocolmo

Foto de Letícia Figueira, fev.13
Foto de Letícia Figueira, fev.13

Estas postagens não serão diárias, é inviável, mas vou tentar registrar um pouquinho desta viagem inusitada, que até há 6 meses eu nem sonhava em fazer.

Nossa “expedição” conta com quatro tripulantes: Gabriel, Letícia, Miguel – meu namorado, muito mencionado neste blog por ter visto comigo vários dos filmes que comentei aqui – e eu.

Saímos de Porto Alegre na última quarta-feira. Chegamos em São Paulo antes das 16h, e lá ficamos até mais de 21h.
A parte boa desta looonga espera foi que pude rever minha mãe e uma das minhas melhores amigas, a Isa.
E a mãe ainda levou risoles de queijo, que fazia uma eternidade que eu não comia.

Depois de reencontrar o pessoal, passear pelas free shops, esperar uma era pelo embarque – que atrasou – pegamos um voo da KLM para Amsterdã. O voo foi tranquilo, as comidinhas estavam boas e tinha uma programação bem legal de filmes e outras distrações multimídia. Assisti “Valente” – em outro post comento com mais detalhes – e ia ver “Hotel Transilvânia”, mas o cansaço me venceu, embora não tenha dormido grande coisa.

Pouco depois de acordar, abri a janela e vi a Europa pela primeira vez – estávamos sobrevoando o que pareciam montanhas no norte da Espanha. E conseguimos ver alguns rios e uma região bem plana da França também.

Ficamos pouco em Amsterdã, basicamente o tempo de sair do avião, passar de novo pelo raio-x e ir para o embarque que nos levaria ao destino final. O que pudemos ver da cidade enquanto pousávamos foi muito bonito, deu muita vontade de passar alguns dias por lá para conhecer. Vi também muitas bicicletas paradas no aeroporto enquanto entrávamos no avião.

O voo para Estocolmo também foi tranquilo, e enquanto pousávamos meus olhos se encheram de lágrimas. Acho que pela primeira vez me dei conta do quanto estava longe de casa, ao ver toda aquela neve parecendo uma areia muito branca. Não era nem cinco da tarde e já estava escurecendo.

Pegamos um ônibus que nos levou até a Estação Central – a T-Centralen – paramos para comprar o cartão de transporte e depois pegamos o metrô para chegarmos ao apartamento onde vamos passar o mês.

Neste trajeto muitas coisas impressionaram: a neve, que eu nunca tinha visto, a beleza do pedaço da cidade que pudemos ver naquele momento, as incontáveis bicicletas estacionadas – e as pessoas pedalando na neve – algumas escadas rolantes do metrô que ligam quando alguém pisa nelas… As estações e os trens que vimos até agora são muito parecidos com a linha amarela do metrô de São Paulo. Quando saímos do metrô encontramos outro brasileiro, que mora aqui há alguns anos, e nos ajudou a encontrar o endereço.

Depois que conseguimos chegar ao apartamento – que reservamos pelo Airbnb – nos instalarmos e conhecermos o dono do lugar, que é um médico sueco descendente de sino-americanos, fomos ao mercado e tivemos a primeira surpresa ruim. Pensem em “comida cara”. Agora coloquem um “muito” na frase.

Depois disso jantamos, dormimos, e sobre a sexta-feira eu conto mais no próximo post.
Até mais!

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